O setor de lácteos segue em constante evolução, e 2025 não será diferente. Apesar dos desafios globais, a demanda por produtos lácteos, especialmente queijos, continua em alta. O Brasil se destaca nesse cenário, enfrentando oscilações nos preços do leite e a necessidade de inovação para manter a competitividade.

Tendências globais no setor de lácteos
No mercado internacional, observa-se uma leve redução na produção de leite em alguns dos principais países exportadores. Na Nova Zelândia, por exemplo, a estimativa para 2025 é de 21,3 milhões de toneladas métricas, um volume inferior à média dos últimos cinco anos. Essa queda reflete fatores climáticos e a preferência dos produtores por derivados frescos, como manteiga e queijo, em detrimento do leite em pó.
Enquanto isso, na Austrália, projeta-se um crescimento de 1,1% na produção de leite, chegando a 8,8 milhões de toneladas métricas, com grande parte desse volume direcionado à fabricação de queijos. No entanto, as exportações do produto devem cair para 150 mil toneladas, abaixo das 165 mil toneladas registradas em 2024. Já nos Estados Unidos, o rebanho leiteiro deve crescer, impulsionando a produção de leite e consolidando a indústria de queijos como um dos principais pilares do setor.
Impacto no mercado brasileiro
No Brasil, o mercado lácteo apresenta um cenário de crescimento, embora os desafios persistam. A menor oferta de leite e o aumento da concorrência entre laticínios pela matéria-prima devem pressionar os preços já nos primeiros meses do ano. Para se ter uma ideia, em dezembro de 2024, o litro de leite foi comercializado, em média, a R$ 2,58, e representa um aumento de 21% em relação ao mesmo período em 2023, considerando a inflação.
Além disso, o custo da alimentação do rebanho tem impactado diretamente o preço dos derivados lácteos. No atacado paulista, o queijo mussarela registrou valorização de 1,82% de dezembro para janeiro, atingindo R$ 33,09 o quilo. Essa alta reforça a necessidade de eficiência produtiva para equilibrar oferta e demanda no setor.
Queijos e a necessidade de inovação
Neste sentido, diante desse panorama, investir em qualidade, tecnologia e inovação torna-se essencial para manter a competitividade no setor de queijos e demais derivados do leite. A busca por eficiência produtiva, aliada a um olhar atento às tendências de consumo, é o que diferencia empresas preparadas para o futuro.
Na Básel Lácteos, acreditamos que a excelência vai além da produção: ela está no compromisso com a cadeia produtiva, no investimento em pesquisa e no desenvolvimento de produtos que combinam tradição e inovação. Seguimos atentos às transformações do mercado para oferecer queijos e derivados que atendam às expectativas dos consumidores mais exigentes, garantindo sabor, qualidade e segurança alimentar.
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